E estou escrevendo para você hoje porque o Intercept precisa tomar uma decisão crítica para 2026, e quero explicar por que você é parte fundamental disso.
Muitos celebraram a “volta à normalidade” com a saída de Bolsonaro do Planalto, mas a realidade é bem mais dura.
O Brasil ocupa hoje a 63ª posição no ranking mundial de liberdade de imprensa. Para você ter uma ideia da gravidade: estamos atrás até da Ucrânia.
Sim, estamos atrás de um país em guerra. Lá, jornalistas denunciam censura, espionagem e até convocação militar obrigatória logo depois de tentarem ouvir a oposição.
Se a nossa democracia está “saudável”, por que nossa imprensa é considerada menos livre que a de um país há anos sob lei marcial?
A culpa não é apenas dos políticos e do judiciário. É da nossa grande mídia também.
Enquanto o Congresso e os governadores avançam com pautas que destroem nosso futuro, a imprensa corporativa se acovarda ou, pior ainda, os aplaude.
Jornais e TVs, amarrados a interesses de bilionários e dos anunciantes do agronegócio e do mercado financeiro, omitem as verdadeiras causas das nossas crises. Eles transformam o inaceitável em “polêmica” e o absurdo em “tática política”.
A grande mídia não vai investigar a fundo quem paga a banda. Ela faz parte da banda.
Enquanto isso, bilionários estrangeiros das Big Techs moldam o que você vê e lê, lucrando com o teatro político que envenena nosso país.
Neste momento perigoso, o Intercept Brasil não tem o rabo preso — e, por isso, vivemos sob ameaça diária.
Nossa redação é pequena, mas barulhenta. Nós fazemos o que a grande mídia não pode (ou não quer) fazer: responsabilizar o poder, seja de quem for, desmascarando os sistemas, não apenas os bodes expiatórios.
Nós investigamos a corrupção corporativa que os grandes jornais ignoram porque os corruptos são seus patrocinadores e sócios.
Mas aqui está a realidade: não podemos fazer isso parados.
As eleições de 2026 já começaram nos bastidores. Precisamos contratar mais repórteres agora. Temos que expandir nossa capacidade de investigar histórias explosivas que a Globo, a Folha, o Estadão e a Rede Record jamais tocariam.
Vou ser direto: se não conseguirmos expandir nossa equipe até o início de 2026, entraremos no momento mais decisivo da política recente sem a força necessária. Não podemos permitir que isso aconteça.
É por isso que preciso pedir sua ajuda. Você nos ajudaria a revelar os segredos que podem virar o jogo político? Doe R$ 35 hoje para a campanha de fim do ano do Intercept Brasil.
Diferente dos outros, nós não temos donos bilionários. Não temos anunciantes puxando as cordinhas. Não aceitamos nenhum centavo do governo.
Nossos leitores financiam quase todo o nosso orçamento. Essa independência é o que nos permite falar a verdade que incomoda.
Os tempos são difíceis para a verdade. Mas nós não vamos recuar.
Enquanto outros se calam ou negociam com o poder, nós partimos para cima. Mas só podemos fazer isso com você ao nosso lado.
Por favor, nos ajude a contratar os repórteres que farão a diferença em 2026.
A VIRADA COMEÇA AGORA!
Você sabia que quase todo o orçamento do Intercept Brasil vem do apoio dos nossos leitores?
No entanto, menos de 1% de vocês contribuem. E isso é um problema.
A situação é a seguinte, precisamos arrecadar R$ 400.000 até o ano novo para manter nosso trabalho: expor a verdade e desafiar os poderosos.
Podemos contar com o seu apoio hoje?
(Sua doação será processada pela Doare, que nos ajuda a garantir uma experiência segura)

